sábado, 9 de junho de 2012

plano de curso 3 ano




UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA- UNEB

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO- DEDC- CAMPUS XII- GUANAMBI

PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA- PARFOR

PÓLO: PALMAS DE MONTE ALTO

CURSO: LICENCIATURA EM LETRAS





REGISTRO DAS ATIVIDADES DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I




PROFESSOR (A) ALUNO (A): CLEICIA NEVES DA SILVA
LOCAL DO ESTÁGIO: DISTRITO DE ESPRAIADO
SÉRIE: 3ª ANO ENSINO MÉDIO                    TURMA: ÚNICA                 TURNO: NOTURNO



                                             PALMAS DE MONTE ALTO, ABRIL DE 2012.


UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA- UNEB
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO- DEDC- CAMPUS XII- GUANAMBI
PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA- PARFOR
PÓLO: PALMAS DE MONTE ALTO
CURSO: LICENCIATURA EM LETRAS





PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I



PROFESSOR ALUNO: CLEICIA NEVES DA SILVA
SÉRIE: 3ª ANO ENSINO MÉDIO       TURMA: ÚNICO              TURNO: NOTURNO
UNIDADE ESCOLAR: COLÉGIO ESTADUAL ANÍSIO TEIXEIRA



PERFIL DA TURMA:
A turma é composta por trinta e quatro alunos sendo vinte e duas do sexo feminino e quatorze do sexo masculino, ambos com faixa etária entre dezesseis e quarenta e quatro anos. A maioria dos alunos veio da modalidade da EJA (Educação de Jovens e Adultos), reside nas regiões circunvizinhas do Espraiado, são de classe social baixa, trabalha durante o dia e estuda a noite.
Além do mais, alguns apresentam dificuldade de leitura e de interpretação textual.




PLANO DE CURSO DA DISCIPLINA

UNIDADE ESCOLAR: COLÉGIO ESTADUAL ANÍSIO TEIXEIRA
MODALIDADE/ NIVEL DE ENSINO: ENSINO MÉDIO
ÁREA DO CONHECIMENTO: LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS.
DISCIPLINA: LPLB         SÉRIE: 3ª ANO                    ANO LETIVO: 2012
DOCENTE: CLEICIA NEVES DA SILVA

                                                      


FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS

A escola para o povo só tem sentido numa nova forma de organizar a sociedade. Não é possível
     fazer uma escola para todos dentro de uma sociedade para alguns! Ou seja, a democratização da
                                                                           escola precisa ser acompanhada de um novo projeto social, que supere a exclusão.
(Celso dos S. Vasconcellos, Para onde vai o professor?)

Geraldi (2006) afirma que o uso que se faz da língua nas aulas de Português é artificial e que esta artificialidade está presente nas três unidades de ensino da Língua Portuguesa. Para o autor, a prática de leitura que se faz na aula de Língua materna é artificial porque os alunos não leem os textos, fazem apenas exercícios de interpretação. Diante disso, o autor afirma que o caráter dialógico da linguagem apregoado por Bakhtin não é considerado nas aulas de leitura e, portanto, é preciso saber quem é que está lendo o texto para os alunos? A professora? O livro didático?
No que se refere à produção de texto também há artificialidade porque o único interlocutor do texto do aluno é o professor, que geralmente não lê o texto: apenas o corrige. Também nesse caso o caráter dialógico da linguagem não é levado em consideração porque o aluno-produtor não considera os possíveis leitores virtuais de seu texto e por isso não se esforça para criar estratégias discursivas para mover o texto em sua direção. Nesse processo artificial, o aluno tende a escrever nas redações exatamente o que a escola e seu representante oficial, ou seja, o professor quer ouvir. A análise linguística também acontece de forma artificial porque o aluno não analisa a língua, mas apenas reproduz análises já existentes. E o problema maior é que os alunos provavelmente não utilizam esses raciocínios gramaticais reproduzidos para ler e produzir seus próprios textos.  Portanto, não há forma de fazer com que o aluno, que já tem o domínio da língua em suas instâncias privadas de uso da linguagem, adquira o domínio da língua, em instâncias públicas de uso da linguagem, enquanto continuarmos utilizando a língua em sala de aula como algo artificial, correta em si mesma e independente de seus falantes e da sociedade. E, para minimizar essa situação, Geraldi propõe que o ensino de língua materna deve se direcionar em três grandes eixos: leitura de textos (dos mais variados gêneros), produção de textos (orais e escritos, dos mais variados gêneros) e análise linguística (tanto dos textos lidos quanto dos textos produzidos). A principal estratégia deve ser sempre a de levar o aluno a refletir sobre o funcionamento da linguagem, estimulando-o a ler com seus próprios olhos e a produzir a sua própria fala. Para tanto, todas as unidades básicas do ensino de língua materna (leitura, produção de texto e análise linguística) devem estar voltadas para, a partir do ensino da modalidade padrão, aumentar a capacidade comunicativa do aluno e não para calar a voz dele.
Rildo Cosson (2006) afirma que o uso da literatura como matéria educativa tem longa história, a qual antecede a existência formal da escola e, segundo ele, essa tradição cristaliza-se no ensino da língua nas escolas com um duplo pressuposto: a literatura serve tanto para ensinar a ler e a escrever quanto para formar culturalmente o individuo. No entanto, o que se ensina como literatura na escola costuma ter contornos muito diversos e, por isso, o ponto fundamental a ser discutido sobre a presença da literatura na escola é a discrepância entre o que se entende por literatura nos dois níveis de ensino.
No ensino fundamental a literatura tem um sentido tão extenso que engloba qualquer texto escrito que apresente parentesco com ficção e poesia. Além disso, esses textos precisam ser curtos, contemporâneos e divertidos. Como se registra nos livros didáticos, os textos literários ou considerados como tais estão cada vez mais restritos às atividades de leitura extraclasse ou atividades especiais de leitura.
Em seu lugar, entroniza-se a leitura de jornais e outros registros escritos, sob o argumento de que o texto literário não seria adequado como material de leitura ou modelo de escrita escolar, pois a leitura já não serve como parâmetro nem para a língua padrão, nem para a formação do leitor. Já no ensino médio, o ensino da literatura limita-se à literatura brasileira ou à história da literatura brasileira, quase como apenas uma cronologia literária, em uma sucessão dicotômica entre estilos de época, cânone e dados biográficos dos autores, acompanhada de rasgos teóricos sobre gêneros, formas fixas e alguma coisa de retórico em uma perspectiva para lá de tradicional. Os textos literários, quando comparecem, são fragmentos e servem prioritariamente para comprovar as características dos períodos literários ensinados antes. Dessa forma, a literatura no ensino médio resume-se a seguir de maneira descuidada o livro didático: são aulas essencialmente informativas nas quais abundam dados sobre autores, características de escolas e obras, em uma organização tão impecável quanto incompreensível aos alunos. Raras são as oportunidades de leitura de um texto integral, e, quando isso acontece, segue-se o roteiro do ensino fundamental, com preferência para o resumo e os debates, sendo que esses são comentários assistemáticos sobre o texto chegando até a extrapolar para discutir situações tematicamente relacionadas.
Diante disso, Cosson propõe que o ensino de literatura na escola deve promover o letramento literário, pois, uma vez que os livros jamais falam por si mesmos, a escola deve ser o ambiente no qual o aluno aprende a fazer a exploração do texto literário a partir da leitura individual da obra, pois, sem esse primeiro passo, nada poderá ser feito. Mas se o objetivo do professor de literatura for de fato promover o letramento literário, ele deve tomar alguns cuidados, e o primeiro deles está relacionado à seleção dos textos. Segundo Cosson, os professores atualmente têm adotado três critérios: há professores que ignoram as criticas que colocam sob suspeita a representatividade das obras selecionadas na formação do cânone e o mantém em suas aulas de literatura,  há outros que se concentram na defesa da contemporaneidade dos textos como critério mais adequado para a seleção da leitura escolar. E o terceiro critério, que tem sido a decisão mais popular, é aquela que defende a pluralidade e a diversidade de autores, obras e gêneros na seleção de textos. De qualquer forma, o autor lembra que as nossas escolhas são sempre mediadas pelas instâncias que fizeram as obras chegar até nós e o que fazemos é selecionar dentro desse recorte o nosso próprio recorte, já que é papel do professor partir daquilo que o aluno já conhece para aquilo que ele desconhece, a fim de proporcionar o crescimento do leitor por meio da ampliação de seus horizontes de leitura.





EMENTA: Competência e habilidade de leitura e escrita, interpretação, produção nos diferentes gêneros e capacidades nos conhecimentos linguísticos e literários de forma contextualizados proporcionando a liberdade de expressão.







OBJETIVOS GERAIS:
Ø  Desenvolver a capacidade de domínio da Língua Portuguesa, em diferentes contextos e situações do cotidiano, na forma oral e escrita, dando ênfase à importância da interdisciplinaridade.
Ø  Exercitar a capacidade de leitura crítica juntamente com atividades de escrituras textuais enfocando os gêneros acadêmicos.
Ø  Fornecer-lhes conteúdos teóricos que os capacitem para a análise das obras literárias produzidas desde a época colonial ao século XIX, possibilitando que eles façam distinções entre as características de diferentes momentos literários, bem como entre a forma de expressão individual dos diferentes autores. 
Ø   Criar condições estimuladoras e favoráveis à pesquisa, reflexão e aprofundamento das questões relativas às produções literárias do Pré- modernismo e das Vanguardas-europeias e do Modernismo (primeiro, segundo e terceiro momentos), por meio de uma visão contextualizada, com a finalidade de aperfeiçoar o conhecimento do aluno.
                                                                                                                                                                











I UNIDADE
 





EIXOS TEMÁTICOS ESTRUTURANTES
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
           CONTEÚDOS
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
AVALIAÇÃO
ü  Música

ü  Organização textual do gênero carta: pessoal.

ü  Organização textual do discurso dissertativo – argumentativo: a informatividade.




ü  Reconhecer as características do gênero textual: música
ü  Compreender o Pré-Modernismo sua importância e suas características estilísticas e temáticas modernista nos autores.
ü  Realizar a leitura, identificando e demonstrando compreensão da carta.
ü  Identificar as características do gênero carta pessoal. produzindo-os.
ü  Diferenciar o período composto por coordenação do período composto por subordinação.
ü  Reconhecer o tipo de relação que se estabelece entre as orações em um período composto por coordenação e em um período composto por subordinação.
ü  Fazer a leitura, interpretação, demonstrando compreensão das partes do texto.
ü  Conhecer e produzir o texto dissertativo- argumentativo, observando a adequação do grau de informatividade ao interlocutor e a qualidade do discurso.
ü  Reconhecer os valores semânticos das orações coordenadas.
ü  Classificar as orações coordenadas dentro do texto.
ü  Diferenciar orações coordenadas assindéticas e sindéticas dentro do texto.



ü  Música;
ü  Leitura e produção: carta pessoal e texto dissertativo argumentativo
ü  Modernismo:
- Pré – Modernismo.
ü  Sintaxe do período simples e composto;
- Estudo do período composto;
- Período composto por coordenação;




ü  Leitura e interpretação textual.
ü  Exercícios orais e escritos.
ü  Leitura e pesquisa em sities na internet sobre os autores do Pre- Modernismo.
ü  Debate sobre o Pre- Modernismo;


 A avaliação constitui-se num processo continuo para que o próprio aluno possa reconhecer o ponto em que chegou ao tocante às habilidades que se espera que sejam desenvolvidas ao longo do curso. Para tanto, os educandos serão avaliados de diversas formas, dentre as quais se destacam:
-Participação e integração no processo ensino-aprendizagem
-Socialização dos trabalhos produzidos e pesquisados.
- Trabalhos individuais e em grupos.
-Avaliação escrita individual.





II UNIDADE
 





EIXOS TEMÁTICOS ESTRUTURANTES
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONTEÚDOS
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
AVALIAÇÃO
ü  Semana de Jorge Amado.

ü  Organização textual do gênero poético: Poesias

ü  Reportagem
ü  Reconhecer as características da poesia produzindo-a.
ü  Compreender a importância e as características do Modernismo em Portugal.
ü  Compreender a semana da arte moderna, a importância do Modernismo no Brasil, suas características e as influências das obras dos autores para o modernismo.
ü  Reconhecer as características da reportagem produzindo-a. produzindo-os.
ü  Conhecer valores semânticos das orações subordinadas.
ü  Identificar as orações subordinadas dentro do texto classificando-as.
ü  Distinguir as orações subordinadas adjetivas das orações subordinadas adverbiais.
ü  Classificar as orações subordinadas adjetivas e adverbiais dentro do texto.
ü  Assistir, identificar ideia central do filme, analisando o modo de vida apresentada pelos personagens.
ü  Leitura, interpretação e produção: de poesias e reportagens.
ü  Modernismo em Portugal.

Modernismo no Brasil.

ü  Primeira geração:
Ousadia e inovação;

ü  Período composto por subordinação I.
Período composto por subordinação II.

ü  Filme: Capitães da Areia de Jorge Amado.


ü  Leitura e interpretação de poesias de Fernando Pessoa Oswald de Andrade Mário de Andrade e Manuel Bandeira.
ü  Exercícios orais e escritos.
ü  Leitura e pesquisa em sities na internet sobre Jorge Amado.


 A avaliação constitui-se num processo continuo para que o próprio aluno possa reconhecer o ponto em que chegou ao tocante às habilidades que se espera que sejam desenvolvidas ao longo do curso. Para tanto, os educandos serão avaliados de diversas formas, dentre as quais se destacam:
-Participação e integração no processo ensino-aprendizagem
-Socialização dos trabalhos produzidos e pesquisados.
- Trabalhos individuais e em grupos.
-Avaliação escrita individual.









III UNIDADE
 





EIXOS TEMÁTICOS ESTRUTURANTES
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONTEÚDOS
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
AVALIAÇÃO
ü  Entrevista

ü  Organização textual do discurso narrativo.

ü  Charge

ü  Conhecer a entrevista como um gênero produzindo-a com base em suas características.
ü  Compreender a importância da segunda geração: Misticismo e consciência social.
ü  Identificar os autores e as influências de suas obras para a segunda geração.

ü  Reconhecer as características do texto narrativo produzindo-os.
ü  Compreender a importância e as características das obras de diversos escritores do romance de 1930, para o Brasil.
ü  Reconhecer as características da Charge produzindo-a.
ü  Compreender a concordância nominal e a regência como  elementos dos padrões da escrita.

ü  Refletir sobre os usos da concordância nominal e da regência verbal na produção de textos (orais e escritos).
ü  Utilizar a concordância nominal e a regência verbal de forma correta na produção de textos orais e escrito.
ü  Reconhecer os pronomes oblíquos átonos e colocá-los na posição adequada (próclise e ênclise) segundo o contexto.
ü  Leitura e produção: de entrevista, texto narrativo e charge.
ü  Segunda geração: misticismo e consciência social
ü  O romance de 1930.
ü  Concordância e regência.
ü  Colocação pronominal

ü  Apreciação de entrevistas envolvendo os autores: Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles e Vinicius de Moraes.
ü  Seminários
ü  Apreciação de charge para análise da concordância e regência , e da colocação pronominal.
ü  Atividades orais e escritas.


A avaliação constitui-se num processo continuo para que o próprio aluno possa reconhecer o ponto em que chegou ao tocante às habilidades que se espera que sejam desenvolvidas ao longo do curso. Para tanto, os educandos serão avaliados de diversas formas, dentre as quais se destacam:
-Participação e integração no processo ensino-aprendizagem
-Socialização dos trabalhos produzidos e pesquisados.
- Trabalhos individuais e em grupos.
-Avaliação escrita individual.



IV UNIDADE
 





EIXOS TEMÁTICOS ESTRUTURANTES
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONTEÚDOS
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
AVALIAÇÃO
ü Gêneros e discursos: Anúncio publicitário, artigo de opinião, texto descritivo, carta do leitor.

ü Reconhecer as características, identificar as informações contidas nos mesmos e produzir diferentes gêneros textuais.
ü Compreender a importância e características do projeto literário da poesia a partir de 1945.
ü  Identificar e classificar as características do Pós-Modernismo.
ü  Compreender a prosa pós- moderna sua importância, e as características das narrativas de Guimarães Rosa e de Clarice Lispector.
ü  Conhecer as características da prosa contemporâneas.
ü  Reconhecer a importância e as características do teatro no século XX.
ü  Compreender o uso da crase em diferentes funções.
ü  Empregar adequadamente a crase nos textos.
ü  Utilizar os sinais de pontuação de forma a dar sonoridade ás frases.

ü Leitura e produção: diferentes gêneros textuais: Anúncio publicitário, artigo de opinião, texto descritivo, carta do leitor.
ü  O pós-modernismo: geração de 1945 e o
Concretismo
ü  A prosa pós-moderna
ü  Tendências contemporâneas
ü  A crase e seu uso
ü  Pontuação





ü  Leitura e interpretação textual de diferentes gêneros textuais: Argumentativo, descritivo, narrativo, charge, carta de leitor, entrevista, reportagem.

ü  Leitura e pesquisa em jornais e internet.
ü  Seminários.
ü  Exposição dos textos produzidos.
ü  Estudo de crase e pontuação no texto literário.
ü  Atividades orais e escritas.

ü  A avaliação constitui-se num processo continuo para que o próprio aluno possa reconhecer o ponto em que chegou ao tocante às habilidades que se espera que sejam desenvolvidas ao longo do curso. Para tanto, os educandos serão avaliados de diversas formas, dentre as quais se destacam:
-Participação e integração no processo ensino-aprendizagem
-Socialização dos trabalhos produzidos e pesquisados.
- Trabalhos individuais e em grupos.
-Avaliação escrita individual.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ABAURRE, Maria Luiza M; ABAURRE, Maria Bernadete M; PONTARA, Marcela. Português: contexto, interlocução e sentido: 3ª Série. 1ª ed. São Paulo 2008: editora, Moderna.
CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português: linguagens: 1ªsérie. 5ªed. São Paulo 2005: Atual editora.
CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português: linguagens: 8ª série. 4ª ed. São Paulo 2006: Atual editora.


Nenhum comentário:

Postar um comentário